-Com um título desses, eu concluo que o eu lírico se importa com o fato dela não amá-lo, e sim a um outro cara.
- As pessoas da época se importavam mais em serem amadas, e também amar.
- Havia a Guerra Fria, doenças, a medicina ainda não era tão avançada, e drogas cada vez mais pesadas começavam a surgir, isso tudo fazia com que as pessoas morressem mais cedo.
- Hoje as pessoas vivem mais, e também parece que o amor foi banalizado; o índice de divórcio aumenta a cada geração, sexo (de várias formas) é mais fácil de se conseguir e é banalizado na sociedade também. O estilo "romântico" antes sonhado pelas mulheres é agora ridicularizado. Entre outros fatores...
- As músicas atuais mostram o descaso com o 'amar e ser amado', incluem muito sexo e a solução de qualquer desavença amorosa é partir para quantas mais o homem puder.
As pessoas sabem que vão viver lá até seus 80,90 anos se tudo ocorrer bem. Elas sabem que os tempos não são os mesmos, que provavelmente vão cair na rotina conforme a idade chegar. Será que todo esse desdém com o AMOR é medo do tempo? Ou talvez de envelhecer por conta do amor? Ou ainda cada pessoa descobre que seu amor não existe, e que tempo sim, existe.
Eu relamente me apeguei com essa relação tempo vs. amor. Minha crença é apenas de que queremos comprar mais tempo e de que não realizamos ainda que ele apesar de extenso, nunca será infinito.
Se alguém se sentir contrariado quanto ao dito sobre amor, sexo e etc, eu só segui um raciocínio e apresentei fatos, não dei minha opinião.