quinta-feira, 16 de setembro de 2010


na minha bola de cristal eu vejo em um futuro... quadris se misturando... é como creme de leite e chocolate... é melhor; é daqueles doces de leite bem mineiros


If the timing is right
Then I'll turn back the clock
And as the minutes count down
I'll put my trust in this world

domingo, 12 de setembro de 2010

yeah, i can power chord you anytime

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

As pessoas adoram contar vantagem umas sobre as outras, não suportam ser inferiores.

Você tenta fazer isso sobre mim, fala demais, eu apenas fico quieto e observo. Não necessito de mecanismos como esses; sei que minha vantagem está no fato de que há muitas como você e poucos como eu.

domingo, 1 de agosto de 2010

AmorAmor

Hoje baixei a discografia inteira dos Beatles. Uma das primeiras músicas do grupo que eu lembro de ter ouvido é a "She loves you". Isso me fez refletir, acompanhe o raciocínio:
-Com um título desses, eu concluo que o eu lírico se importa com o fato dela não amá-lo, e sim a um outro cara.
- As pessoas da época se importavam mais em serem amadas, e também amar.
- Havia a Guerra Fria, doenças, a medicina ainda não era tão avançada, e drogas cada vez mais pesadas começavam a surgir, isso tudo fazia com que as pessoas morressem mais cedo.
- Hoje as pessoas vivem mais, e também parece que o amor foi banalizado; o índice de divórcio aumenta a cada geração, sexo (de várias formas) é mais fácil de se conseguir e é banalizado na sociedade também. O estilo "romântico" antes sonhado pelas mulheres é agora ridicularizado. Entre outros fatores...
- As músicas atuais mostram o descaso com o 'amar e ser amado', incluem muito sexo e a solução de qualquer desavença amorosa é partir para quantas mais o homem puder.
As pessoas sabem que vão viver lá até seus 80,90 anos se tudo ocorrer bem. Elas sabem que os tempos não são os mesmos, que provavelmente vão cair na rotina conforme a idade chegar. Será que todo esse desdém com o AMOR é medo do tempo? Ou talvez de envelhecer por conta do amor? Ou ainda cada pessoa descobre que seu amor não existe, e que tempo sim, existe.
Eu relamente me apeguei com essa relação tempo vs. amor. Minha crença é apenas de que queremos comprar mais tempo e de que não realizamos ainda que ele apesar de extenso, nunca será infinito.

Se alguém se sentir contrariado quanto ao dito sobre amor, sexo e etc, eu só segui um raciocínio e apresentei fatos, não dei minha opinião.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Eu olhei pela janela hoje, vi todo o morro lá no fundo. Fazia tempo que eu não via, e quando você repara que é bem mais bonito sem a poeira da cidade e sem a névoa dos dias chuvosos, você percebe que deveria ser assim sempre. Sem poeira nem névoa, sempre.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Tenho provas para incriminar meio mundo, mas não o faço pois o certo seria que cada um se julgasse e determinasse uma justa sentença para si.

sábado, 5 de junho de 2010

5 de junho

Este lugar é o mesmo, mas faz parecer que mudou mais de mil vezes. Me faz sentir leve, mas só porque tudo em volta é mais denso que você. Então você flutua tão alto que tem medo de cair dali. De fato, toda queda é inevitável. O espaço é cada vez menor, ele ofega por trás de seu ombro, e você sente o peso. Sua cabeça está virada para o chão, a dor contida nela já trouxe contusões irreversíveis. O tempo se dissolveu todo em choro e como sempre, é irreverente. Esperança faux. Rien ne va.

De fato, toda queda é inevitável. Só espero que o chão seja o limite.