tá aí uma redação que eu gostei.. :D
e to escrevendo à tinta mesmo uma historinha.. deposi eu passo pra cá haha!
essa é uma resenha sobre o filme "nós que aqui estamos, por vós esperamos"
não é nada emocionante, mas acho valido olhar rapido...
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O filme te deixa sem palavras. Aliás, elas ficam em sua cabeça, mas envoltas pelo clima do filme, não saem da boca; Este documentário que traz cenas de perdas e conquistas do Homem no século XX não consta com depoimentos, ou se quer uma fala; deixa que as imagens fortes e a trilha sonora marcante digam tudo.
Para Marcelo Masagão, o homem do século passado é uma criatura mais curiosa do que jamais fora. É curiosa, pois coloca em seu filme tanto o lado melancólico das guerras quanto o esperançoso progresso que acompanhou o breve século. Talvez essa antítese seja o motivo do filme ser quase inteiramente em preto e branco.
Logo no começo do filme, a tristeza dos principais conflitos deste tempo se alojou em mim, e aquela trilha sonora cheia de rebuscos barrocos faz você se sentir como se estivesse sem saída. O sofrimento das personagens fictícias torna-se real e você percebe o que é perder o 'tio Hans' na guerra, ou ver a vovó Mary doente e sem dinheiro para se tratar devido à crise de 1929. O Documentário ainda consta com epígrafes atemporais de mentes que viveram na época, como Wilde, Einstein, Kafka, Freud e várias outras, criticando os sistemas de governo ou o pensar destrutivo do homem.
Depois de tal visão negativa, achei que o filme não conseguiria tomar outro rumo, e enganei-me; não é que foi neste século que milhões de pessoas viram Neil Armstrong andar sobre a lua, ou que astros do rock faziam o mais lembrado e celebrado festival de todos, Woodstock?! Cenas sobrepostas como a de Gargarin indo ao espaço e seu pai "descobrindo" a eletricidade na mesma década ou a cena de garrincha dançando como Fred Astaire simplesmente me estarreceram! Estes momentos compõem o ápice do filme e mostram porque o siglo em questão foi tão breve.
Sendo estudante, professor ou um mero apreciador da História, vale a pena conferir. "Nós que aqui estamos, por vós esperamos", frase que entitula o filme, é uma frase que Masagães encontrou no portão de um cemitério. Isso permite que o espectador chegue a conclusão que a vida é feita da morte; a História é composta por gente simples, e todos esperamos ser lembrados pelo que fizemos em vida. Lançado em 1998, o filme ganhou prêmios em Gramado, Recife e no exterior um ano após a estréia, fechando o século com uma memorável restrospectiva.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
sexta-feira, 12 de junho de 2009
onde meu semblante espanta as apostas
'para toda ação há uma reação' - lei universal de Newton... as pessoas tiram a casquinha da ferida mas não querem que sangre; lançam suas ofertas mas não querem comprar. Engraçado como quando você fica sério, as pessoas começam a prestar atenção em você - aquele esperado momento silencioso antes da tempestade desabar. Você fica como um mar furioso... o barulho das ondas é sua voz irritada, ondas que derrubam todos a quem falam. E o barulho das árvores na praia pedindo desculpas soa como um violino chorando. E esse diálogo mar-praia é como novela: todos sabem o fim; talvez seja hora de mudar isso.
se procura jogos de amor, já te aviso... só posso te dar os jogos.
se procura jogos de amor, já te aviso... só posso te dar os jogos.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Sinto ter luvas de pedra na mão
Sinto que cada passo que dou, é mais uma gota de suor que escorre pela face
Que este suor me faz piscar, que o abrir e fechar dos olhos faz o tempo passar. À proposito, o tempo aqui passa tão rápido, mas as pessoas são devegar. Este é o lugar onde a fama compra o luxo, onde todos tem um preço.
Daqui a onze dias irão se completar 9 meses que você me ensinou a pensar em preto e branco. Mas isso é um alívio para um daltônico... e 9 meses me parece o tempo de nascer novamente. tempo de nascer mais do que uma vez...
às vezes sinto que sou um vaso quebrado numa estante torta
Lame
Sinto que cada passo que dou, é mais uma gota de suor que escorre pela face
Que este suor me faz piscar, que o abrir e fechar dos olhos faz o tempo passar. À proposito, o tempo aqui passa tão rápido, mas as pessoas são devegar. Este é o lugar onde a fama compra o luxo, onde todos tem um preço.
Daqui a onze dias irão se completar 9 meses que você me ensinou a pensar em preto e branco. Mas isso é um alívio para um daltônico... e 9 meses me parece o tempo de nascer novamente. tempo de nascer mais do que uma vez...
às vezes sinto que sou um vaso quebrado numa estante torta
Lame
terça-feira, 1 de julho de 2008
Já me decidi, não quero ser só mais um. Nada pessoal.... é totalmente pessoal. Pessoal = refere-se à minha pessoa. Por isso não imploro que os outros entendam. É difícil achar que se está sozinho num mundo tão grande com uma cidade tão pequena. Começo a confabular o que se passa nas mentes alheias. Sabe, é interessante, que quando você menos espera, aquilo que você achava ser loucura cogitar, é o que realmente se passa na mente dos outros! E independente de conhecimento, você percebe que o que conta são as experiências... e olhe! É aquela criança com olhos famintos pelo saber que está passando. Pronto já passou; esfriou; piscar de olhos; venda a tapar sua visão; mordaça a impedir de jogar tuas vontades pra fora do pulmão; você ouve, mas não entende o que houve; passou tanto tempo ali que os outros falam outra língua. E é disso que falo quando penso nisso tudo... estamos falando idiomas diferentes?
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Sono, arma fudamental
Sabe aqueles dias que vc cogita não ser verdade... que logo mais vc encontre um cachorro azul na rua falando italiano, na esperança de poder dizer que só pode ser mais um sonho maluco? Sao nesses dias que me desperta a curiosidade do que é sonhar. O homem foi o que melhor se adaptou, ele tem a aptidão natural por buscar seus desejos, se conforta com eles, que começam a brotar aos montes. Mas tem desejos que nao conseguimos explicar, aqueles que nao deveriam estar ali. Difícil dar um exemplo genérico; isso vai de cada um. Mas talvez seja isso que molde caráter, personalidade, autonomia.... bom, não sei, não tenho a menor noçao de como isso afeta as atitudes de uma pessoa, mas o fato eh que sempre paro pra pensar porque queria tal coisa. É duro se deparar com sua própria consciência te dando uma bronca, dizendo que vc deve ser normal, não espontâneo.
E hoje foi um dia que eu desejei pela maior inocência que isso tudo fosse só mais um delírio onírico (provocado por nenhum tipo de droga, a não ser minha própria mente); inconfundível e incompreensível
The north is to south what the clock is to time
E hoje foi um dia que eu desejei pela maior inocência que isso tudo fosse só mais um delírio onírico (provocado por nenhum tipo de droga, a não ser minha própria mente); inconfundível e incompreensível
The north is to south what the clock is to time
domingo, 11 de maio de 2008
Hm... começo de blog agora; adimito que criei porque Denis, Nay e Ian têm os seus hehe! mas também porque queria me sentir mais a vontade escrevendo, e não me preocupando com as fotos que não eram carregadas no fotolog e te desperdiçavam 40 minutos. Também criei um twitter. Pra quem não sabe o que é, bom, nem eu sei direito também.Quanto ao nome do blog, veio de um episódio do Dilbert...
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sem saco pra refletir agora, isso soh tiraria o pouco tempo que tenho xD
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sem saco pra refletir agora, isso soh tiraria o pouco tempo que tenho xD
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