Minha relação com ex é algo muito estranho.
Mas se não fosse, talvez eu seria um alienígena.
As cordas que trançamos sempre estão roídas, esganiçadas. E se fui eu que arranhei a corda, logicamente você vai puxar mais corda para o seu lado, afinal, ninguém quer perder o cabo-de-guerra. Mas desta vez não. Eu estive observando as minhas 'cordas' passadas. Salvo apenas uma que não tivesse sido danificada, que não tivesse seu último fio disputado. É certo que no momento da ação do 'puxa, que você ganha' os times sejam declaradamente adversários... mas depois um dos times quase sempre deseja reatar, reaver os laços da corda rompida. Essa história toda me dá um nó na cabeça, só de pensar.
A dita corda que não foi puxada, talvez esteja assim, com laços fortes, pois jogamos na mesma equipe desde o começo. Isso é legal. Posso contar com seu apoio, e vice-versa. Neste sistema não há perdedores, ninguem derrota ninguém. Só me pergunto a que ponto chega essa parceria... eu digo, não há condições disso virar uma disputa, certo? Ou há? Falar sobre isso fica estranho à medida que alivia e esclarece cada vez mais. Há, talvez um paradoxo.
Um autor adora falar sobre seus paradoxos, impressionante.
domingo, 13 de dezembro de 2009
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
tijolo por tedioso tijolo
Qual o ponto nisso?
geladeira? (essa foi a impressao que eu, e acho que mais pessoas tiveram)
haha, esquece... eu não falo nada para não perder a razão.
Se estiver afim de perder tempo voltando atrás, ou seja o que for que fazes, fique à vontade. Quando minha paciência acabar, eu te aviso ;)
engraçado, ultimamente eu consigo matar mais de um coelho com cada texto, já falei que adoro isso?
para pa pa para pa para, para pa pa para pa pa....
geladeira? (essa foi a impressao que eu, e acho que mais pessoas tiveram)
haha, esquece... eu não falo nada para não perder a razão.
Se estiver afim de perder tempo voltando atrás, ou seja o que for que fazes, fique à vontade. Quando minha paciência acabar, eu te aviso ;)
engraçado, ultimamente eu consigo matar mais de um coelho com cada texto, já falei que adoro isso?
para pa pa para pa para, para pa pa para pa pa....
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Eu deveria estar escrevendo isto no dia 12 de outubro, mas você estaria ocupada brincando e lançando mão de jogos;
quando crianças desejam atenção é difícil... mas o melhor jeito de educá-las é fazer com que elas achem que você vai dar a atenção, e só depois verão que não a conseguiram. O único jeito de conversar sério com uma criança é esperar crescer.
Quem tem pressa nisso é você.
quando crianças desejam atenção é difícil... mas o melhor jeito de educá-las é fazer com que elas achem que você vai dar a atenção, e só depois verão que não a conseguiram. O único jeito de conversar sério com uma criança é esperar crescer.
Quem tem pressa nisso é você.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
É o tempo que está passando ali?
Sono
Em Sintonia Sem
Sono
In...
...sônia, Insônia
Soa
Sino
Como Soa
ou Sina
Insônia, Agonia
Sem
Cerimônia
Insônia
De fato tic devemos tac estar tic cansados tic de dormir tac,
nós sabemos tic que o melhor tac de tudo são tic os quinze minutos tac
de descanso tic puro que valem tac, de autêntico tic relívio tac - sonhar;
O tempo tic te pesa tac assim tic como a nuvem tac pesa no calor tic
A mente tac não esfria tic, só piora tac e funciona tic a todo o vapor tac
Dê um tic tempo a tac ela tic, e o tempo tac não te tac pesa mais!tic
Assim... TIC TAC!
Em Sintonia Sem
Sono
In...
...sônia, Insônia
Soa
Sino
Como Soa
ou Sina
Insônia, Agonia
Sem
Cerimônia
Insônia
De fato tic devemos tac estar tic cansados tic de dormir tac,
nós sabemos tic que o melhor tac de tudo são tic os quinze minutos tac
de descanso tic puro que valem tac, de autêntico tic relívio tac - sonhar;
O tempo tic te pesa tac assim tic como a nuvem tac pesa no calor tic
A mente tac não esfria tic, só piora tac e funciona tic a todo o vapor tac
Dê um tic tempo a tac ela tic, e o tempo tac não te tac pesa mais!tic
Assim... TIC TAC!
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Está chegando o fim do ano... já percebeu como isso é triste e ao mesmo tempo uma coisa boa?
a todo momentos pensamos no passado e em que poderiamos ter feito de melhor, são tantos "e se..."
mas qual é? eu fiz muitas realizações esse ano... vai dizer que você também não fez?
novas amizades, músicas a curtir, alguma nova etapa no trabalho ou vida escolar...
caso contrário, procure ajuda, ninguém anda pra trás o tempo inteiro. ; )
e agora que eu falei de retomadas... como é bom brindar com sensação de dever cumprido! para tantas pessoas que falavam que a "Que Diabos?!" não ia longe, começamos a queimar línguas, e colocar diabos nelas... e algumas outras têm sido anjos da guarda. Não é fácil fazer com que este complexo não colapse; pense assim: numa constelação, por mais brilhante que uma estrela seja, colisões com outros corpos são eminentes, e as pessoas que nos ajudam são o que nos fazem desviar disso.
somos uma estrela a lidar com o caminho que vamos seguir
e bom, tanto na banda quanto à minha vida pessoal, alguns ainda vão pensar 'que diabos?', garanto.
Por algumas escolhas ruins que fazemos, trilhamos toda uma noção errada pelas cabeças alheias, e apagar o rastro dessa trilha é um dos maiores desafios que podemos ter. Isso pode servir para refletirmos antes de prosseguir com qualquer coisa. Mesmo havendo trilhas em mentes que consideramos vazias, outras mentes desejamos apagar o rastro, e é algo totalmente desconfortável não consegui-lo.
eu preciso ler mais, ou escrever.
a todo momentos pensamos no passado e em que poderiamos ter feito de melhor, são tantos "e se..."
mas qual é? eu fiz muitas realizações esse ano... vai dizer que você também não fez?
novas amizades, músicas a curtir, alguma nova etapa no trabalho ou vida escolar...
caso contrário, procure ajuda, ninguém anda pra trás o tempo inteiro. ; )
e agora que eu falei de retomadas... como é bom brindar com sensação de dever cumprido! para tantas pessoas que falavam que a "Que Diabos?!" não ia longe, começamos a queimar línguas, e colocar diabos nelas... e algumas outras têm sido anjos da guarda. Não é fácil fazer com que este complexo não colapse; pense assim: numa constelação, por mais brilhante que uma estrela seja, colisões com outros corpos são eminentes, e as pessoas que nos ajudam são o que nos fazem desviar disso.
somos uma estrela a lidar com o caminho que vamos seguir
e bom, tanto na banda quanto à minha vida pessoal, alguns ainda vão pensar 'que diabos?', garanto.
Por algumas escolhas ruins que fazemos, trilhamos toda uma noção errada pelas cabeças alheias, e apagar o rastro dessa trilha é um dos maiores desafios que podemos ter. Isso pode servir para refletirmos antes de prosseguir com qualquer coisa. Mesmo havendo trilhas em mentes que consideramos vazias, outras mentes desejamos apagar o rastro, e é algo totalmente desconfortável não consegui-lo.
eu preciso ler mais, ou escrever.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
tá aí uma redação que eu gostei.. :D
e to escrevendo à tinta mesmo uma historinha.. deposi eu passo pra cá haha!
essa é uma resenha sobre o filme "nós que aqui estamos, por vós esperamos"
não é nada emocionante, mas acho valido olhar rapido...
___________________________________________________________________
O filme te deixa sem palavras. Aliás, elas ficam em sua cabeça, mas envoltas pelo clima do filme, não saem da boca; Este documentário que traz cenas de perdas e conquistas do Homem no século XX não consta com depoimentos, ou se quer uma fala; deixa que as imagens fortes e a trilha sonora marcante digam tudo.
Para Marcelo Masagão, o homem do século passado é uma criatura mais curiosa do que jamais fora. É curiosa, pois coloca em seu filme tanto o lado melancólico das guerras quanto o esperançoso progresso que acompanhou o breve século. Talvez essa antítese seja o motivo do filme ser quase inteiramente em preto e branco.
Logo no começo do filme, a tristeza dos principais conflitos deste tempo se alojou em mim, e aquela trilha sonora cheia de rebuscos barrocos faz você se sentir como se estivesse sem saída. O sofrimento das personagens fictícias torna-se real e você percebe o que é perder o 'tio Hans' na guerra, ou ver a vovó Mary doente e sem dinheiro para se tratar devido à crise de 1929. O Documentário ainda consta com epígrafes atemporais de mentes que viveram na época, como Wilde, Einstein, Kafka, Freud e várias outras, criticando os sistemas de governo ou o pensar destrutivo do homem.
Depois de tal visão negativa, achei que o filme não conseguiria tomar outro rumo, e enganei-me; não é que foi neste século que milhões de pessoas viram Neil Armstrong andar sobre a lua, ou que astros do rock faziam o mais lembrado e celebrado festival de todos, Woodstock?! Cenas sobrepostas como a de Gargarin indo ao espaço e seu pai "descobrindo" a eletricidade na mesma década ou a cena de garrincha dançando como Fred Astaire simplesmente me estarreceram! Estes momentos compõem o ápice do filme e mostram porque o siglo em questão foi tão breve.
Sendo estudante, professor ou um mero apreciador da História, vale a pena conferir. "Nós que aqui estamos, por vós esperamos", frase que entitula o filme, é uma frase que Masagães encontrou no portão de um cemitério. Isso permite que o espectador chegue a conclusão que a vida é feita da morte; a História é composta por gente simples, e todos esperamos ser lembrados pelo que fizemos em vida. Lançado em 1998, o filme ganhou prêmios em Gramado, Recife e no exterior um ano após a estréia, fechando o século com uma memorável restrospectiva.
e to escrevendo à tinta mesmo uma historinha.. deposi eu passo pra cá haha!
essa é uma resenha sobre o filme "nós que aqui estamos, por vós esperamos"
não é nada emocionante, mas acho valido olhar rapido...
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O filme te deixa sem palavras. Aliás, elas ficam em sua cabeça, mas envoltas pelo clima do filme, não saem da boca; Este documentário que traz cenas de perdas e conquistas do Homem no século XX não consta com depoimentos, ou se quer uma fala; deixa que as imagens fortes e a trilha sonora marcante digam tudo.
Para Marcelo Masagão, o homem do século passado é uma criatura mais curiosa do que jamais fora. É curiosa, pois coloca em seu filme tanto o lado melancólico das guerras quanto o esperançoso progresso que acompanhou o breve século. Talvez essa antítese seja o motivo do filme ser quase inteiramente em preto e branco.
Logo no começo do filme, a tristeza dos principais conflitos deste tempo se alojou em mim, e aquela trilha sonora cheia de rebuscos barrocos faz você se sentir como se estivesse sem saída. O sofrimento das personagens fictícias torna-se real e você percebe o que é perder o 'tio Hans' na guerra, ou ver a vovó Mary doente e sem dinheiro para se tratar devido à crise de 1929. O Documentário ainda consta com epígrafes atemporais de mentes que viveram na época, como Wilde, Einstein, Kafka, Freud e várias outras, criticando os sistemas de governo ou o pensar destrutivo do homem.
Depois de tal visão negativa, achei que o filme não conseguiria tomar outro rumo, e enganei-me; não é que foi neste século que milhões de pessoas viram Neil Armstrong andar sobre a lua, ou que astros do rock faziam o mais lembrado e celebrado festival de todos, Woodstock?! Cenas sobrepostas como a de Gargarin indo ao espaço e seu pai "descobrindo" a eletricidade na mesma década ou a cena de garrincha dançando como Fred Astaire simplesmente me estarreceram! Estes momentos compõem o ápice do filme e mostram porque o siglo em questão foi tão breve.
Sendo estudante, professor ou um mero apreciador da História, vale a pena conferir. "Nós que aqui estamos, por vós esperamos", frase que entitula o filme, é uma frase que Masagães encontrou no portão de um cemitério. Isso permite que o espectador chegue a conclusão que a vida é feita da morte; a História é composta por gente simples, e todos esperamos ser lembrados pelo que fizemos em vida. Lançado em 1998, o filme ganhou prêmios em Gramado, Recife e no exterior um ano após a estréia, fechando o século com uma memorável restrospectiva.
sexta-feira, 12 de junho de 2009
onde meu semblante espanta as apostas
'para toda ação há uma reação' - lei universal de Newton... as pessoas tiram a casquinha da ferida mas não querem que sangre; lançam suas ofertas mas não querem comprar. Engraçado como quando você fica sério, as pessoas começam a prestar atenção em você - aquele esperado momento silencioso antes da tempestade desabar. Você fica como um mar furioso... o barulho das ondas é sua voz irritada, ondas que derrubam todos a quem falam. E o barulho das árvores na praia pedindo desculpas soa como um violino chorando. E esse diálogo mar-praia é como novela: todos sabem o fim; talvez seja hora de mudar isso.
se procura jogos de amor, já te aviso... só posso te dar os jogos.
se procura jogos de amor, já te aviso... só posso te dar os jogos.
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